Nutrir uma Criança
Sim
Mas não só com leite
É preciso pegar-lhe ao colo
É preciso acariciá-la
Embalá-la
E massajá-la
É necessário conversar com a sua pele,
Falar com as suas costas
Que têm sede e fome,
Como a sua barriga
“Shantalla” – Leboyer, F
quinta-feira, 5 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Educação Perinatal
E pronto hoje acabou a formação. Gostei muito do curso, muito intenso, muita informação, muitas experiências, muita partilha, muito amor, muita muita coisa...
Estou Zennnnn :)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Educador Perinatal
É já amanhã que começo o curso de Educador Perinatal.
O de Beja acho que correu muito bem e este de certeza que também vai correr ;)
Acho que vou amar.
Bjs
O de Beja acho que correu muito bem e este de certeza que também vai correr ;)
Acho que vou amar.
Bjs
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Conversas com Barriguitas - Conversas entre mamãs.
A Crioestaminal irá realizar ao longo do ano de 2009 uma serie de eventos, cujo o mote será "Conversas com Barriguitas".
Denominada “Conversas entre Barriguinhas”, a sessão integra quatro conferências dedicadas aos temas:
“Criopreservação de Células Estaminais do Sangue do Cordão Umbilical”
“Comunicação Intra-uterina”
“Como cuidar da Pele do Bebé desde o nascimento”
“Alimentação e Nutrição do Bebé”.
As palestras são uma oportunidade para o debate de questões pertinentes relacionadas com o período de gestação que, por vezes, suscitam dúvidas às futuras mães numa fase da vida em que tudo é novidade.
As palestras são uma oportunidade para o debate de questões pertinentes relacionadas com o período de gestação que, por vezes, suscitam dúvidas às futuras mães numa fase da vida em que tudo é novidade.
Depois do sucesso registado em 2008, com a implementação deste tipo sessões de esclarecimento e formação, que então mobilizaram mais de 1.000 pessoas, a Crioestaminal decidiu apoiar, ao longo deste ano e no âmbito do seu projecto CrioGrávidas, a realização de um novo ciclo, procurando ir ao encontro dos futuros pais.
A inscrição é gratuita e obrigatória para quem quiser assistir!
A inscrição é gratuita e obrigatória para quem quiser assistir!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
«Arranca campanha «Pelo Direito ao Parto Normal»
Nos próximos meses, a opinião pública portuguesa vai tomar contacto com uma iniciativa que tem por objectivo incrementar o número de partos normais em Portugal. O projecto «Pelo Direito ao Parto Normal – Uma visão partilhada», foi hoje apresentado por Lúcia Leite, enfermeira de saúde materna e obstétrica e vice-presidente da HumPar, no segundo dia de trabalhos do congresso «Humanização do Nascimento», que amanhã termina no Porto.
Com ela, Lúcia Leite tem a companhia de quatro outros enfermeiros – três de saúde materna e um de saúde mental – que se propõem transformar o modo como o parto normal é entendido e aplicado na realidade portuguesa. A começar por um esforço de conciliação que pretende reunir à mesma mesa representantes governamentais, das várias ordens de profissionais de saúde, com o objectivo de «acordar naquilo que entendemos por parto normal».
«Acredito que, mais do que acordarmos no que é um parto normal, na primeira fase será um sucesso se formos por eliminação», afirma a também vice-presidente da HumPar, que, entre 2004 e 2007 liderou a Comissão de Especialidade em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros. Na mira desta eliminação estão procedimentos, técnicos e práticas como a episiotomia generalizada ou as cesarianas sem específica necessidade médica urgente «e muitos outros aspectos para os quais necessitamos da visão de todos os agentes que intervêm na gravidez, parto e pós-parto».
O primeiro passo foi dado no final de 2008. A ministra da Saúde mandatou três especialistas da Direcção-Geral de Saúde para representarem a tutela nas futuras reuniões que sentarão à mesma mesa médicos, enfermeiros, responsáveis técnicos e políticos na procura de «um consenso nacional sobre o que é o parto normal». Todas as instituições desafiadas a participar nomearam já representantes e o ano de 2009 será dedicado a elaborar uma carta do parto natural, a apresentar no universo dos cuidados de saúde, mas também junto da opinião pública. «Em Janeiro de 2010 está previsto que a proposta final seja apresentada» tanto a nível oficial como através de uma campanha de comunicação generalizada, «que coloque a expressão ‘parto normal’ na boca de toda a gente.»
A chancela governamental anima os autores do projecto, os quais acreditam que «o envolvimento do ministério da Saúde dá credibilidade ao processo, facilita a adesão de todos os parceiros e abre caminho a uma futura aplicação no terreno, nomeadamente junto das instituições públicas de Saúde.» Ao «trabalharmos no ‘coração do leão’, a nossa esperança é que na recta final seja o poder público a criar as condições para que os partos normais regressem em força, solicitando às instituições que criem as condições técnicas e operacionais necessárias a que isso aconteça.»
Os próximos meses não se adivinham, porém, fáceis, «pela quantidade de visões que será necessário aproximar». No entanto, Lúcia Leite acredita que o pior virá depois e centra-se na «revolução de mentalidades» que, em primeiro plano, «será necessária junto dos profissionais de saúde» e em segundo plano «junto da população em geral». Nada, acredita, «se consegue atingir se entrarmos numa guerra com quem actua no terreno. Se insistirmos cegamente perdemos todos nós, inclusivamente as mulheres e os bebés, os destinatários finais do parto normal», conclui.
«Acredito que, mais do que acordarmos no que é um parto normal, na primeira fase será um sucesso se formos por eliminação», afirma a também vice-presidente da HumPar, que, entre 2004 e 2007 liderou a Comissão de Especialidade em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros. Na mira desta eliminação estão procedimentos, técnicos e práticas como a episiotomia generalizada ou as cesarianas sem específica necessidade médica urgente «e muitos outros aspectos para os quais necessitamos da visão de todos os agentes que intervêm na gravidez, parto e pós-parto».
O primeiro passo foi dado no final de 2008. A ministra da Saúde mandatou três especialistas da Direcção-Geral de Saúde para representarem a tutela nas futuras reuniões que sentarão à mesma mesa médicos, enfermeiros, responsáveis técnicos e políticos na procura de «um consenso nacional sobre o que é o parto normal». Todas as instituições desafiadas a participar nomearam já representantes e o ano de 2009 será dedicado a elaborar uma carta do parto natural, a apresentar no universo dos cuidados de saúde, mas também junto da opinião pública. «Em Janeiro de 2010 está previsto que a proposta final seja apresentada» tanto a nível oficial como através de uma campanha de comunicação generalizada, «que coloque a expressão ‘parto normal’ na boca de toda a gente.»
A chancela governamental anima os autores do projecto, os quais acreditam que «o envolvimento do ministério da Saúde dá credibilidade ao processo, facilita a adesão de todos os parceiros e abre caminho a uma futura aplicação no terreno, nomeadamente junto das instituições públicas de Saúde.» Ao «trabalharmos no ‘coração do leão’, a nossa esperança é que na recta final seja o poder público a criar as condições para que os partos normais regressem em força, solicitando às instituições que criem as condições técnicas e operacionais necessárias a que isso aconteça.»
Os próximos meses não se adivinham, porém, fáceis, «pela quantidade de visões que será necessário aproximar». No entanto, Lúcia Leite acredita que o pior virá depois e centra-se na «revolução de mentalidades» que, em primeiro plano, «será necessária junto dos profissionais de saúde» e em segundo plano «junto da população em geral». Nada, acredita, «se consegue atingir se entrarmos numa guerra com quem actua no terreno. Se insistirmos cegamente perdemos todos nós, inclusivamente as mulheres e os bebés, os destinatários finais do parto normal», conclui.
«As mulheres não podem ficar prisioneiras do seu projecto de parto»
«As mulheres não podem ficar prisioneiras do seu projecto de parto». A frase pertence ao obstetra Michel Odent e foi proferida esta manhã, durante o primeiro dia do Congresso Internacional «Humanização do Nascimento – Caminhos e Escolhas», que decorre até sábado no Porto, numa organização da HumPar – Associação Portuguesa pela Humanização do Parto.»
Para o reconhecido pesquisador e divulgador da fisiologia que envolve o nascimento – e uma das grandes figuras ligadas ao conceito de parto na água – um bom número de mulheres que decide fazer nascer os filhos com recurso a banheiras de parto «traça projectos que, perante a realidade das circunstâncias, se mostram pouco praticáveis ou mesmo impraticáveis».
Ora, defende Michel Odent, «é importante que as grávidas percebam que, por si só, o parto na água não pode ser considerado como o ‘remédio’ providencial que evitará a dor e proporcionará um nascimento ‘ideal’». Antes, acrescenta «tem de fazer parte de um processo mais abrangente em que a natural dor fisiológica é gerida e atenuada através de um sistema de protecção fisiológica.»
Esse sistema implica que as mulheres possam atravessar toda «a cadeia de eventos que constitui o parto», incluindo a dor mas também o «cocktail natural» de ocitocina e endorfinas que «atenua temporariamente as capacidades cerebrais para que as mensagens dolorosas não cheguem com a intensidade habitual ao córtex e sejam, por isso mesmo, mais facilmente trabalhadas».
Michel Odent não hesita em dizer que «quando o processo é deixado seguir, ocorre um certo grau de amnésia e mesmo consciência alterada que permite à mulher ficar indiferente a tudo o que a rodeia, menos à tarefa que tem em mãos: fazer nascer o seu bebé.» O problema, refere «é que parece haver cada vez menos casos em que as mulheres são deixadas chegar a esse estado alterado de consciência». É aí, remata, que «ainda há um grande caminho a percorrer» para dar garantias «da privacidade, silêncio e intervenção mínima de terceiros que são essenciais no parto.»
Para Odent o «guarda-chuva fisiológico» de cada mulher é o centro da gestão da dor e a procura da banheira de parto uma «parte dessa gestão». É por isso que, defende, a entrada da grávida para dentro de água terá de ser guardada até a fase de dilatação estar bastante adiantada. «Se for necessário enganar uma grávida desejosa de entrar na banheira, mas que ainda não se encontre em trabalho de parto activo, então engane-se! Diga-se que ainda não tem água suficiente, que a água está quente, qualquer coisa, mas evite-se a entrada prematura dentro de água.»
Isto porque «o período óptimo de utilização da banheira são as duas horas que se seguem à altura em que a dilatação está a meio e em que o meio aquático é altamente efectivo no alívio da dor e no relaxamento corporal e leva, na esmagadora maioria dos casos, ao período expulsivo». Se tal não acontece, adverte Michel Odent, «é então momento de fazer uma análise do que está a suceder e partir para outro tipo de alternativas, se for caso disso». Por isso «são de evitar os planos de parto demasiadamente rígidos, o que inclui, naturalmente, a insistência do uso de uma banheira, ou de outro qualquer método, sejam quais forem as circunstâncias.»
Indução, epidural, cesariana?
O primeiro dia de trabalhos do congresso da HumPar ficou marcado por várias abordagens às circunstâncias do nascimento nas sociedades de tipo ocidental. Ao obstetra espanhol Emílio Santos Leal coube abordar o «efeito dominó» existente entre a indução do parto, a utilização de epidural e a realização de cesarianas. E se o vasto auditório do evento – composto maioritariamente por profissionais de saúde e doulas – não ficou surpreendido entre a relação causa efeito entre a indução e o uso da epidural, já o mesmo não sucedeu quando Emílio Santos Leal afirmou, baseado numa recolha estatística de larga escala realizada em vários países, não existir essa mesma ligação directa entre a indução e a realização de cesarianas. A mesma ponte sólida volta a existir entre a monitorização fetal contínua, os partos instrumentalizados e as cesarianas.
Pouco entusiasta da monitorização em permanência, e reportando-se às taxas registadas nos hospitais de Madrid, Emílio Leal defende que «se esse procedimento fosse abandonado os actuais 25 por cento de cesarianas baixariam para 15 por cento e os 15 por cento de partos instrumentalizados poderiam cifrar-se em 13 por cento. Nos partos de baixo risco «está provado que a monitorização contínua não ajuda a salvar vidas. Pelo contrário, leva as equipas a refugiarem-se em intervenções de larga escala que não são benéficas nem para a mãe nem para o bebé».
O modelo de atendimento por parteiras, as questões ligadas ao uso generalizado das episiotomias e a realidade dos partos da água no Reino Unido foram os temas que completaram o primeiro painel no congresso, com intervenções a cargo, respectivamente, da parteira holandesa Mary Zwart (radicada em Portugal), do enfermeiro obstetra António Ferreira e da parteira britânica Dianne Garland.
Ora, defende Michel Odent, «é importante que as grávidas percebam que, por si só, o parto na água não pode ser considerado como o ‘remédio’ providencial que evitará a dor e proporcionará um nascimento ‘ideal’». Antes, acrescenta «tem de fazer parte de um processo mais abrangente em que a natural dor fisiológica é gerida e atenuada através de um sistema de protecção fisiológica.»
Esse sistema implica que as mulheres possam atravessar toda «a cadeia de eventos que constitui o parto», incluindo a dor mas também o «cocktail natural» de ocitocina e endorfinas que «atenua temporariamente as capacidades cerebrais para que as mensagens dolorosas não cheguem com a intensidade habitual ao córtex e sejam, por isso mesmo, mais facilmente trabalhadas».
Michel Odent não hesita em dizer que «quando o processo é deixado seguir, ocorre um certo grau de amnésia e mesmo consciência alterada que permite à mulher ficar indiferente a tudo o que a rodeia, menos à tarefa que tem em mãos: fazer nascer o seu bebé.» O problema, refere «é que parece haver cada vez menos casos em que as mulheres são deixadas chegar a esse estado alterado de consciência». É aí, remata, que «ainda há um grande caminho a percorrer» para dar garantias «da privacidade, silêncio e intervenção mínima de terceiros que são essenciais no parto.»
Para Odent o «guarda-chuva fisiológico» de cada mulher é o centro da gestão da dor e a procura da banheira de parto uma «parte dessa gestão». É por isso que, defende, a entrada da grávida para dentro de água terá de ser guardada até a fase de dilatação estar bastante adiantada. «Se for necessário enganar uma grávida desejosa de entrar na banheira, mas que ainda não se encontre em trabalho de parto activo, então engane-se! Diga-se que ainda não tem água suficiente, que a água está quente, qualquer coisa, mas evite-se a entrada prematura dentro de água.»
Isto porque «o período óptimo de utilização da banheira são as duas horas que se seguem à altura em que a dilatação está a meio e em que o meio aquático é altamente efectivo no alívio da dor e no relaxamento corporal e leva, na esmagadora maioria dos casos, ao período expulsivo». Se tal não acontece, adverte Michel Odent, «é então momento de fazer uma análise do que está a suceder e partir para outro tipo de alternativas, se for caso disso». Por isso «são de evitar os planos de parto demasiadamente rígidos, o que inclui, naturalmente, a insistência do uso de uma banheira, ou de outro qualquer método, sejam quais forem as circunstâncias.»
Indução, epidural, cesariana?
O primeiro dia de trabalhos do congresso da HumPar ficou marcado por várias abordagens às circunstâncias do nascimento nas sociedades de tipo ocidental. Ao obstetra espanhol Emílio Santos Leal coube abordar o «efeito dominó» existente entre a indução do parto, a utilização de epidural e a realização de cesarianas. E se o vasto auditório do evento – composto maioritariamente por profissionais de saúde e doulas – não ficou surpreendido entre a relação causa efeito entre a indução e o uso da epidural, já o mesmo não sucedeu quando Emílio Santos Leal afirmou, baseado numa recolha estatística de larga escala realizada em vários países, não existir essa mesma ligação directa entre a indução e a realização de cesarianas. A mesma ponte sólida volta a existir entre a monitorização fetal contínua, os partos instrumentalizados e as cesarianas.
Pouco entusiasta da monitorização em permanência, e reportando-se às taxas registadas nos hospitais de Madrid, Emílio Leal defende que «se esse procedimento fosse abandonado os actuais 25 por cento de cesarianas baixariam para 15 por cento e os 15 por cento de partos instrumentalizados poderiam cifrar-se em 13 por cento. Nos partos de baixo risco «está provado que a monitorização contínua não ajuda a salvar vidas. Pelo contrário, leva as equipas a refugiarem-se em intervenções de larga escala que não são benéficas nem para a mãe nem para o bebé».
O modelo de atendimento por parteiras, as questões ligadas ao uso generalizado das episiotomias e a realidade dos partos da água no Reino Unido foram os temas que completaram o primeiro painel no congresso, com intervenções a cargo, respectivamente, da parteira holandesa Mary Zwart (radicada em Portugal), do enfermeiro obstetra António Ferreira e da parteira britânica Dianne Garland.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Questionário
Amigas,
Quem puder, colaborem preenchendo este questionário de forma anónima...
Quem puder, colaborem preenchendo este questionário de forma anónima...
Estudo sobre Estilos de Masturbação Feminina e Orgasmo Feminino durante o Coito
Finalmente comecei o meu trabalho de investigação para a conclusão do mestrado.Quando me debrucei sobre a escolha do tema, temi as dificuldades tendo em conta o facto da MASTURBAÇÃO FEMININA ser ainda um grande tabu.
Apesar de se tratar de um comportamento comum em ambos os sexos, foi desde sempre reprovado e ainda hoje nos questionamos sobre as possíveis consequências desta repressão.
Pretendo com este trabalho perceber a forma como as mulheres se estimulam,tocam, para assim chegarem a relações mais prazerosas.
Na minha prática clinica ouvi muitas mulheres, com dificuldade em lidarem com a sua sexualidade, em procurarem o seu prazer, em conhecerem melhor o seu corpo.
Por ser um tema polémico, não se encontram muitos estudos nesta área e alguns confesso que são um tanto tendenciosos, outros pelo seu valor e rigor científico, abrem portas à descoberta de algo tão íntimo como o comportamento masturbatório.
Não quero ser pretenciosa em relação ao meu estudo, quero apenas permitir-me conhecer melhor as mulheres portuguesas, obter algumas informações que me permitam continuar a ajudar as mulheres na sua busca por mais satisfação e prazer...
Este estudo estará on line e no link:
http://www.recolhadedados.com/mf/mfpage00.aspxpara que todas as mulheres maiores de 18 anos possam participar de forma anónima.
http://www.recolhadedados.com/mf/mfpage00.aspxpara que todas as mulheres maiores de 18 anos possam participar de forma anónima.
DIVULGEM POR FAVOR AOS VOSSOS CONTACTOS FEMININOS
sábado, 31 de janeiro de 2009
Boneca mamã
A Doula Filipa da BioBebés tem um novo artigo á venda, umas bonecas lindas.
Vejam, palavras para quê????
Elas vão estar é venda no Congresso da Humpar, mas se alguém estiver interessada é só dizer ;)
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
II Congresso Internacional "Humanização do Nascimento – Caminhos e Escolhas
É com enorme satisfação que anunciamos a realização do II Congresso Internacional "Humanização do Nascimento – Caminhos e Escolhas".Desta vez a Humanização viaja a norte, mais precisamente à invicta cidade do Porto. Este evento terá lugar nos dias 12, 13 e 14 de Fevereiro no Hotel Sheraton.
Pelo impressionante número e qualidade dos palestrantes e convidados especiais, não podemos deixar de comparecer em massa dando um verdadeiro sinal de vitalidade e ânimo.
Acreditamos que pela dimensão do Congresso muitas serão as consequências positivas, à semelhança do I Congresso realizado em 2006 na cidade de Almada.
Para mais informações basta visitar a página da HumPar em http://www.humpar.org/.
Uma vez que as inscrições são limitadas, agradecemos que os interessados se inscrevam o quanto antes possível. Chamamos a atenção para o facto de que existem 2 períodos diferenciados para realizar a inscrição no evento, sendo que os primeiros a inscrever-se terão a possibilidade de pagar um preço praticamente simbólico.

Cumprimentos humanizados,
Cristina Torres
Presidente da Direcção
Cristina Torres
Presidente da Direcção
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Vacinas na gravidez: tomar ou não tomar?
As vacinas (ou imunobiológicos) que os bebés tomam nos primeiros meses de vida demoram a surtir efeito, porque o sistema imunológico da criança ainda não está suficientemente maduro. Portanto, são os anticorpos da mãe que protegem o recém-nascido contra infecções. Anticorpos do tipo IgG passam do organismo da gestante para o do feto através da placenta. Vacinar mulheres grávidas seria, então, uma ótima estratégia para garantir a saúde dos bebés. Contudo, as vacinas não são rotineiramente recomendadas para gestantes, já que se temem alguns efeitos nocivos para a criança e para a mãe.
Realmente, certas vacinas – como a da rubéola – não devem ser tomadas por mulheres grávidas. Porém, é importante que gestantes recebam a vacina contra difteria e tétano. Pesquisas já mostraram que essas duas vacinas são seguras e reduzem o risco das doenças entre recém-nascidos. “Apesar de nenhuma evidência de risco de malformação fetal ter sido associada às vacinas, há muito medo de que imunobiológicos possam causar algum tipo de efeito prejudicial ao feto. Sempre que for possível, então, vacinas recomendadas para gestantes devem ser administradas nos estágios finais da gravidez, quando o feto já estiver formado”, diz Lúcia Ferro Bricks num artigo publicado na Revista do Hospital das Clínicas (volume 58; número 5). A pesquisadora analisou publicações científicas dos últimos dez anos sobre a vacinação na gravidez.
Em geral, após seis meses, os anticorpos maternos já desapareceram do organismo do bebé ou, então, estão presentes em quantidade muito pequena. “Contudo, no segundo semestre de vida, crianças que foram adequadamente imunizadas já apresentam os seus próprios anticorpos. Mulheres vacinadas durante a gravidez podem ainda transferir anticorpos específicos contra vários agentes infecciosos através do colostro (líquido amarelado secretado pelas glândulas mamárias alguns dias antes e depois do parto) e do leite materno”, afirma Lúcia no artigo.Muitos pesquisadores têm-se dedicado ao desenvolvimento de vacinas cada vez mais eficientes e seguras. Por isso, “espera-se que num futuro próximo um calendário de vacinação para mulheres grávidas amplamente expandido, com novas vacinas a serem incorporadas”, diz Lúcia no artigo.
Fonte:Agência Notisa
http://www.associacaoartemis.com
Realmente, certas vacinas – como a da rubéola – não devem ser tomadas por mulheres grávidas. Porém, é importante que gestantes recebam a vacina contra difteria e tétano. Pesquisas já mostraram que essas duas vacinas são seguras e reduzem o risco das doenças entre recém-nascidos. “Apesar de nenhuma evidência de risco de malformação fetal ter sido associada às vacinas, há muito medo de que imunobiológicos possam causar algum tipo de efeito prejudicial ao feto. Sempre que for possível, então, vacinas recomendadas para gestantes devem ser administradas nos estágios finais da gravidez, quando o feto já estiver formado”, diz Lúcia Ferro Bricks num artigo publicado na Revista do Hospital das Clínicas (volume 58; número 5). A pesquisadora analisou publicações científicas dos últimos dez anos sobre a vacinação na gravidez.
Em geral, após seis meses, os anticorpos maternos já desapareceram do organismo do bebé ou, então, estão presentes em quantidade muito pequena. “Contudo, no segundo semestre de vida, crianças que foram adequadamente imunizadas já apresentam os seus próprios anticorpos. Mulheres vacinadas durante a gravidez podem ainda transferir anticorpos específicos contra vários agentes infecciosos através do colostro (líquido amarelado secretado pelas glândulas mamárias alguns dias antes e depois do parto) e do leite materno”, afirma Lúcia no artigo.Muitos pesquisadores têm-se dedicado ao desenvolvimento de vacinas cada vez mais eficientes e seguras. Por isso, “espera-se que num futuro próximo um calendário de vacinação para mulheres grávidas amplamente expandido, com novas vacinas a serem incorporadas”, diz Lúcia no artigo.
Fonte:Agência Notisa
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